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Confira todos os episódios da série “Soberania Digital”:
Ep. 1 ADULTIZAÇÃO: Regulação das Redes para a Proteção de Crianças
Ep. 2 ALIANÇAS: A potência dos BRICS na guerra digital contra os EUA
Ep. 3 LETRAMENTO DIGITAL E CONTEXTO BRASILEIRO: O que o Brasil precisa para superar dependência tecnológica
Ep. 4 DESMISTIFICANDO A IA: A realidade humana por trás da IA e desafios para a soberania digital brasileira
Ep. 5 DATA CENTERS: impactos ambientais, geopolítica e interesse dos EUA
Saiba mais:
Série Soberania Digital debate Adultização, poder das Big Techs, IA e capacidade brasileira
Série Soberania Digital do Projeto Brasil discute Adultização, violência nas redes e poder das Big Techs
O Projeto Brasil lança, nesta semana, uma série especial sobre Soberania Digital, envolvendo o poder das Big Techs e as ameaças ao Brasil. Comandando pela especialista Isabela Rocha, o episódio de lançamento fala de um tema caro e urgente: Adultização, com Ergon Cugler. Este e outros grandes nomes estarão debatendo e ensinando a população sobre soberania do Brasil nas redes. Confira:
Anexos:
Novo artigo, no Projeto Brasil, “Como as big techs lucram com a pedofilia” analisa o documentário “Adultização”, de Felca, que viralizou recentemente.
Segundo a autora, Sara Goes, uma “prova audiovisual de que a exploração sexual infantil nas plataformas digitais não é exceção, nem acidente, é uma consequência previsível de um modelo de negócios que transforma atenção em lucro, mesmo quando essa atenção se ancora na violação mais grave dos direitos humanos. Ao expor a engrenagem que liga influenciadores, algoritmos e mercados de pedofilia, o vídeo rompe a barreira do que costuma ser tratado como ‘casos isolados’ e revela a dimensão sistêmica do problema.”
A denúncia de Felca, Adultização, e Big Techs: o contexto da sexualização infantil no Brasil
O documentário pode ser visto aqui:
O fator Trump e o poder das big techs, por Luís Nassif
Está claro a instrumentalização das big techs por Trump, exigindo que se aliem contra a China, Irã e adversários internos. O artigo completo no Jornal GGN.
Setor público gasta bilhões com tecnologia estrangeira ao invés de investir em ciência nacional
Estimativa de estudo da USP e UnB aponta que gasto com produtos tecnológicos internacionais cobriria um ano de bolsas para todos os pós-graduandos do Brasil, além de desestimular inovação no País:
Setor público gasta bilhões com Big Techs ao invés de ciência nacional, mostra estudo
As investidas de Donald Trump sobre o Brasil colocam na cena política-diplomática um cenário cruel: as novas formas de guerra digital.
De início, recorreu ao instrumento das tarifas comerciais. Mas sua bomba atômica são o controle norte-americano sobre os instrumentos digitais. E a possibilidade de apertar o gatilho expõe, de maneira cruel, a pouca prioridade que o país deu ao tema da soberania digital.
Segue o artigo de Luis Nassif:
Uso da tecnologia de informação para acabar com o anonimato das emendas parlamentares
Um sistema baseado em blockchain poderia revolucionar a transparência das emendas parlamentares no Brasil ao garantir rastreabilidade, imutabilidade, acesso público e auditabilidade automática. A dica me foi passada por Daniel Baracho, especialista em TI e militante progressista.
Aqui desenvolvemos a proposta:
Uso da tecnologia de informação para acabar com o anonimato das emendas parlamentares
Começa a grande batalha nacional contra Trump, por Luís Nassif
O governo está montando um plano de contingência para enfrentar a tarifa de 50% imposta por Donald Trump.
Trata-se de uma jogada política de Trump, visando a desestabilização do governo. Nas próximas semanas haverá um aumento ainda maior da vira-latice nacional, através de mensagens nas redes sociais criticando a suposta intransigência do governo Lula.
Daí a importância do governo manter a nação mobilizada para enfrentar a primeira etapa da crise e as que virão em seguida.
Leia a íntegra em:
Começa a grande batalha nacional contra Trump, por Luís Nassif
Projeto Brasil: Trump e a Política Nacional de Defesa
Como ficaria a Defesa nacional, as Forças Armadas, se houvesse um rompimento total de relações entre Brasil e Estados Unidos?
Artigo de Luís Nassif, no Jornal GGN, discorre sobre, confira:
Soberania digital brasileira
As vulnerabilidades da internet brasileira decorrem de fatores técnicos, institucionais, econômicos e geopolíticos. Abaixo, apresento uma análise estruturada por camadas de risco:
🧱 1. INFRAESTRUTURA FÍSICA
🌐 a) Dependência de cabos submarinos internacionais
Fato Risco envolvido 99% dos dados internacionais do Brasil passam por cabos submarinos Interrupções (por sabotagem ou acidentes) podem isolar o país Principais saídas: Fortaleza, Santos, Rio de Janeiro Ataques físicos ou espionagem em hubs estratégicos 🔍 Ex: cabos como SAC (South Atlantic Cable) e MONET ligam Brasil aos EUA e à Europa. Pouca redundância com a África.
🛰️ b) Ponto único de interconexão (PIX – PTT)
Embora o IX.br (NIC.br) mantenha uma das maiores redes de pontos de troca de tráfego do mundo, muitas rotas internas ainda passam por servidores nos EUA.
Isso gera riscos de interceptação, latência desnecessária e espionagem de dados.🔐 2. CIBERSEGURANÇA
🛡️ a) Sistemas críticos desatualizados
Muitos sistemas públicos e privados ainda operam com infraestrutura desatualizada (Windows Server antigo, firewalls frágeis).
Falta política nacional robusta e auditável de atualização em tempo real.💸 b) Setor bancário e PIX
Apesar da excelência do PIX, o sistema já sofreu diversos ataques contra infraestruturas de liquidação terceirizadas (ex: C&M Software, 2025).
Falta de segmentação e camadas de autenticação nas APIs bancárias expõem brechas.🛠️ c) Falta de coordenação entre órgãos
Múltiplas instâncias com pouca integração: GSI, CERT.br, Abin, Polícia Federal, Defesa Cibernética do Exército.
Ataques de ransomware muitas vezes enfrentam resposta lenta e não coordenada.🌐 3. DEPENDÊNCIA TECNOLÓGICA E SOVRANIDADE DIGITAL
Fator de dependência Impacto Cloud services centralizados (AWS, Azure, Google) Dados estratégicos podem ser acessados via acordos como o CLOUD Act (EUA) Chips, roteadores, hardware Quase toda a infraestrutura depende de importação Redes sociais e buscadores Algoritmos controlados por empresas estrangeiras ⚠️ Riscos:
Sanções internacionais podem desconectar partes da economia brasileira (como ocorreu com o Irã e a Rússia).
Falta de cloud soberana ou data centers com controle total brasileiro.🧠 4. FALTA DE ALFABETIZAÇÃO DIGITAL E RESILIÊNCIA SOCIAL
Engenharia social e fake news ainda têm alto poder de mobilização, inclusive contra instituições.
Muitos usuários ignoram práticas básicas de cibersegurança (senhas fracas, phishing etc.).
Ataques coordenados (botnets, deepfakes) ainda encontram brechas para manipular a opinião pública.🧪 5. DEPENDÊNCIA DE POUCOS PROVEDORES
Setor Vulnerabilidade Provedores de backbone Vivo, Embratel, Algar dominam interconexões DNS raiz e resolução local Muito tráfego ainda é roteado via servidores externos CDN e serviços de cache Grande dependência de Akamai, Cloudflare e Amazon ✅ RESUMO – VULNERABILIDADES DA INTERNET BRASILEIRA
Categoria Exemplos críticos Infraestrutura física Cabos submarinos, pontos únicos de conexão Cibersegurança Sistemas desatualizados, falta de integração Soberania digital Cloud estrangeira, chips importados, algoritmos Social/comportamental Baixa educação digital, alta exposição a ataques Geopolítica Suscetibilidade a sanções, espionagem internacional 🧭 Medidas que o Brasil pode adotar
1. Desenvolver cloud soberana (gov.br e estatal).
2. Ampliar a malha nacional de cabos ópticos internos e com América do Sul e África.
3. Fortalecer o ComDCiber (Comando de Defesa Cibernética) e unificar respostas com CERT.br e PF.
4. Criar normas obrigatórias de cibersegurança para órgãos públicos e bancos (tipo GDPR + NIST).
5. Educar a população digitalmente, com foco em jovens e servidores públicos.Por Camila Modanez* e Isabela Rocha**
O Brasil está prestes a lançar sua nova política nacional para data centers (Redata), um movimento estratégico em conformidade com o Plano Brasileiro para IA, que pode redesenhar a infraestrutura digital do país para as próximas décadas, a despeito de questões envolvendo a soberania digital e a exposição do mercado brasileiro ao capital estrangeiro predatório da Big Tech. Mas, junto com a expectativa por mais conectividade, armazenamento e capacidade de processamento, vem também uma pergunta que ecoa com força: é possível expandir a infraestrutura computacional e, ao mesmo tempo, conservar o meio ambiente?
Leia aqui:
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Esta resposta foi modificada 10 meses, 3 semanas atrás por
Projeto Brasil.
Uso de Dados e IA para políticas públicas de cenários futuros
Foi lançado no país o Programa Nacional de Inteligência e Governança Estatística e Geocientífica por dois órgãos importantes – o IBGE e o Serpro – que unirão forças junto ao governo, com o uso de dados brasileiros, robustez tecnológica e Inteligência Artificial para alimentar as políticas públicas. O objetivo do programa é que se mude completamente a atuação destes órgãos, que trabalham em base a dados e estatísticas do passado, e se formule soluções para problemas e cenários futuros, por meio de previsões estatísticas certeiras.
O programa visa inovar a formulação de políticas públicas no Brasil, utilizando dados estatísticos e geocientíficos para antecipar cenários e problemas futuros, afastando-se da dependência exclusiva de realidades passadas.
Destaca-se a adesão de oito instituições governamentais à iniciativa, que faz parte de uma articulação mais ampla do governo federal e está alinhada com o Sistema Nacional Soberano de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed). Sete ministérios estão comprometidos com a inovação, incluindo Relações Exteriores, Desenvolvimento Social e Planejamento.
O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) contribui com sua robustez tecnológica e segurança da informação, enquanto o IBGE reforça sua posição como Instituição de Ciência e Tecnologia, focando em projetos que integram diversas fontes de dados e utilizam inteligência artificial para criar projeções e subsidiar decisões governamentais eficazes.
Objetivos do Programa Nacional de Inteligência e Governança Estatística e Geocientífica:
• Antecipação de Cenários Futuros: Em vez de basear as políticas na realidade já observada (passado ou presente recente), o programa possibilitará a apresentação de informações estatísticas e geocientíficas que preparam melhor as instituições para intervir em uma realidade em transformação. Isso significa fortalecer a capacidade do Estado de identificar problemas e oportunidades antes que se agravem.
• Formulação de Políticas Mais Sólidas e Eficazes: A expectativa é gerar informações que orientem decisões de governo com base em evidências e projeções, aumentando a precisão do planejamento nacional.
• Integração e Padronização de Dados: A iniciativa propõe o acesso e a integração de bancos de dados aos quais o IBGE ainda não tinha acesso consistente. O Sistema Nacional Soberano de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed)visa integrar e padronizar registros atualmente dispersos em diferentes instituições públicas, transformando-os em estatísticas preditivas confiáveis. Isso é facilitado pelo programa Conecta GOV.BR do MGI e pelo acordo de cooperação entre IBGE e Serpro, que permitem a integração de bancos de dados via Interface da Programação de Aplicativos (API’s).
• Uso de Tecnologias Avançadas e Inteligência Artificial: O IBGE, alinhado com recomendações internacionais, tem procurado integrar bancos de dados e utilizar inteligência artificial e ciências de dados para combater a desinformação estatística e fortalecer a soberania nacional dos dados.
As Tecnologias de IA e Dados que serão aplicadas:
• Integração de bancos de dados pela Interface da Programação de Aplicativos (API’s), através do programa Conecta GOV.BR do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)
• Pesquisas experimentais de integração e pareamento de bancos de dados nas pesquisas conjunturais e estruturais, utilizando registros civis, cadastros dos Correios e da Aneel, Censo Escolar, CadÚnico, RAIS, CNPJ, entre outros
• O Projeto Inteligência Artificial e Políticas Públicas conta com o Assistente ChatPP
• Uso intensivo de múltiplas fontes de dados, técnicas de ajustes e modelos demográficos para aprimorar estimativas anuais de população
• Experimento avançado longitudinal nos dados individuais anonimizados dos residentes do país a partir dos Censos Demográficos (1991, 2000, 2010, 2022)
A iniciativa busca fortalecer a capacidade do Estado de identificar problemas e oportunidades, oferecendo uma base mais sólida para a formulação de políticas públicas eficazes, sustentáveis e voltadas ao médio e longo prazo. Isso representa uma mudança significativa na forma de elaboração de políticas públicas no Brasil, passando de uma base na realidade observada para uma preparação melhor das instituições para intervir em uma realidade em transformação.
Mais sobre:
Brasil lança programa de IA e Dados para antecipar cenários de políticas públicas
Também no Projeto Brasil, há um Fórum criado para discutir, especificamente, a Inteligência Artificial, com o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial e o Seminário Deep Tech Brasil, confira abaixo:
O Jornal GGN vem realizando uma ampla cobertura da taxação de Donald Trump ao Brasil, confira:
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Não há alternativa ao multilateralismo, por Luiz Inácio Lula da Silva
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“O Brasil não aceita intromissão”: Lula desafia Trump e cobra respeito à soberania nacional
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Tarifa ao Brasil abre “precedente perigoso”, dizem economistas
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Imprensa norte-americana destaca uso político de tarifas contra Brasil
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EUA não podem taxar para coagir, intimidar ou interferir, diz China em apoio ao Brasil
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Xadrez para entender porque o Brasil entrou na mira de Trump, por Luís Nassif
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México e União Europeia também são tarifados em 30% por Trump
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Tensões históricas na globalização, por Rodrigo Medeiros
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A segunda Independência do Brasil, por Eduardo Appio
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EUA não pode tarifar países por razões políticas
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Truculência de Trump faz renascer o nacionalismo brasileiro, por Luís Nassif
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Tributação de Trump leva aliados a buscarem outros parceiros
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Em carta, Barroso rebate Trump e defende atuação do STF
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O mundo já se move em reação às tarifas de Trump, por Luís Nassif
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Projeto Brasil.
Para você ficar por dentro da última Cúpula do BRICs

A seguir, artigos do Jornal GGN sobre a 17ª Cúpula dos Líderes de Estado do Brics, que ocorreu em julho de 2025:
A revolução financeira do BRICS
Ao primeiro sinal de desdolarização mundial pelo Brics, Trump ameaça
Por que Trump teme o sistema monetário do BRICS
Lula defende que Brics atualizem a realidade multipolar do século XXI
Haddad defende multilateralismo ao abrir reunião dos BRICS: “Não há solução individual para os desafios globais”
Dilma anuncia a entrada de Colômbia e Uzbequistão no Banco do BRICS
Líderes do Brics divulgam compromissos do bloco na Declaração do Rio de Janeiro
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Projeto Brasil.
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