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Entrevista: Reajuste do salário mínimo é um “multiplicador maior” da economia brasileira

O salário mínimo é, além de um piso de remuneração, uma “proteção social significativa”, que também estimula o consumo e a própria demanda agregada, sendo um “multiplicador maior” da economia brasileira. A fala é de Nelson Marconi, mestre e doutor em economia pela FGV EAESP, em entrevista ao Projeto Brasil.

Em conversa com Luis Nassif e Sergio Leo, eles apontam como o reajuste do salário mínimo, que serve como piso salarial e indexa benefícios sociais, afeta tanto as despesas fiscais quanto o dinamismo da economia por meio do estímulo ao consumo.

Eles ainda exploram o efeito multiplicador do gasto das classes de renda mais baixa e questionam a visão de que os aumentos salariais levam inevitavelmente a um colapso fiscal, destacando que o aumento da demanda pode gerar receita.

Segundo Marconi, o salário mínimo é “o multiplicador do gasto das camadas mais menos favorecidas da população cujo salário está vinculado ao mínimo”, gerando o aquecimento da economia que gera a receita.

Na conversa, eles abordam também a complexidade do mercado de trabalho informal e a pejotização, discutindo se a correção do salário mínimo contribui para a informalidade ou se esta é mais influenciada pela diferença na tributação e pela economia digital.

Por fim, os debatedores falam sobre dilemas macroeconômicos mais amplos, como a meta inflacionária e a taxa de juros, e a necessidade de o Brasil adotar estratégias industriais mais competitivas e planejadas.

Assista à íntegra do episódio do Projeto Brasil no Youtube:

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