Argumenta que o Brasil tenta posicionar o BRICS como polo normativo alternativo na governança climática; revisa avanços desde Paris/Sendai, mapeia tensões internas (China carvão; Rússia sob sanções; novos membros produtores de fósseis) e define quatro frentes da presidência: biomas/desmatamento, transição energética justa, financiamento Sul–Sul e justiça ambiental. Escrito por Laura Martins Oliveira Santos e publicado originalmente no Boletim Lua Nova (CEDEC).
Tipo De Arquivo:
pdf
Categorias:
Ciência, Economia, Política, Tecnologia