Sustenta que a ampliação elevou o peso econômico do BRICS+, mas não sua coesão: a ausência de declaração de chanceleres é sintoma de três travas — rivalidades históricas (China–Índia; Irã–EAU; Egito–Etiópia), envolvimento em conflitos regionais e baixa institucionalização (NDB/CRA como passos parciais, sem estatuto/secretariado). Conclui que o Brasil preside o bloco num cenário de multilateralismo fragmentado. Escrito por Natalia Fingermann e Roberto Georg Uebel e publicado originalmente no Boletim Lua Nova (CEDEC).
Tipo De Arquivo:
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Categorias:
Economia, Política