
“Não sou menina”: como o diminutivo nos infantiliza, erotiza e apaga nossa potência
Janethe Fontes* Há algum tempo venho refletindo sobre um fenômeno que, apesar de não ser recente, tem se intensificado: mulheres adultas passaram a se chamar — e a chamar outras mulheres — de “meninas”. Eu sei que, à primeira vista, parece um termo afável e qualquer problematização sobre ele pode soar exagerada.



